quarta-feira, 18 de maio de 2011

Uma hora volta pra você. (WWF Brasil)

Vamos Cuidar do Meio Ambiente

WWF-Brasil - Mundo

Doze dicas para ser um pai educador.


1 - Dê o exemplo
Se você quer que seu filho seja gentil, responsável e carinhoso, deve dar o exemplo. As crianças tomam os pais como modelo e tendem a imitar seus comportamentos. É muito mais importante não mentir, exercitar-se e comer adequadamente do que dizer para a criança que ela não deve mentir, que deve se exercitar e que precisa comer determinados alimentos. Se você deseja que ela se interesse por leitura, leia diante dela e leia para ela. “Faça o que eu digo, não faça o que eu faço” não funciona com crianças. Lembrese de rir com a criança, mas nunca ria dela, porque isso é desrespeitoso. Brincadeira é quando todos se divertem. Se apenas um ri, é agressão. Configura desrespeito. E a criança só constrói o respeito pelo outro se ela própria é respeitada.
2 - Não negocie o inegociável
As crianças tendem a pedir tudo o que veem. Mesmo que você tenha poder aquisitivo, aprenda a dizer não e a limitar os mimos. Isso dará a seu filho a noção de que as coisas não caem do céu e de que tudo vem com esforço. Deixe claro que o importante não é ter coisas, mas estar cercado de pessoas a quem se ama. Em algumas situações, é possível negociar com seu filho. Se ele não quer ir embora da praça e você pode esperar mais um pouco, não há problema em combinar uma prorrogação de 15 minutos ou de meia hora na brincadeira. Tenha cuidado com prometer presentes em troca de comportamentos desejados. A criança precisa saber que nem sempre vai ganhar um prêmio pelo que fizer. É preciso ensinar que as atitudes têm valor em si, para que elas não se transformem em uma mera relação de troca.
3 - Critique os atos, não a criança
Se a criança tem uma atitude condenável, diga que você não gostou do que ela fez. Mas não denigra seu filho. Se você atacá-lo e criticálo – chamando-o de burro, de malvado, de preguiçoso ou de qualquer outra coisa negativa –, ele poderá construir a personalidade em torno dessas características e se tornar inseguro. O certo é dizer que a ação dele é condenável e incompatível com a pessoa elogiável que ele é.
4 - Seja firme e coerente
Deixe as regras bem claras. Nada pode ficar subentendido. Não é suficiente dizer para a criança se comportar. Isso é abstrato demais para ela. Diga quais comportamentos são esperados e quais são reprovados. Os pais precisam ser enfáticos e coerentes em relação ao que pode e o que não pode, explicando sempre o porquê. Devem ser fornecidas explicações que a criança seja capaz de entender, e não palestras ou discursos. Nada de papo-cabeça com criança. A lógica infantil precisa ser respeitada.
Converse muito e abra espaço para que a criança fale. O diálogo é fundamental no dia a dia. Conversar e ouvir é mostrar interesse, o que significa que a criança se sente respeitada e aprende a também respeitar. Não se pode esperar a adolescência para começar a conversar. A comunicação se constrói no tempo e por isso deve ser iniciada cedo. O diálogo ajuda a entender os problemas das crianças.
5 - Limite o tempo de TV e de internet
Computador e internet se tornam prejudiciais quando roubam tempo de outras atividades necessárias ou desejáveis. Uma a duas horas de TV por dia estão dentro do razoável. A criança precisa de outros tipos de estímulo e de contato com a natureza. No caso da internet, não subestime os perigos. Mantenha o computador em um local onde possa vigiá-la e acompanhe de muito perto o que seu filho põe na rede e com quem se relaciona. As tecnologias têm importância na educação das crianças, mas
é necessário cuidado com os excessos.
6 - Estabeleça horários
Acordar, comer, dormir – tudo tem de ter horário. A rotina ajuda a criança, principalmente a de menos idade, a organizar seu pensamento e a educa para seguir regras. Falta de rotina, pelo contrário, desorienta. Uma criança não tem condições de decidir que precisa ir dormir porque no dia seguinte terá de acordar certo por causa da escola. A organização deve ser de um adulto. Isso prepara o terreno para ela própria aprender a se organizar.
7 - Não tenha medo de castigar
Com pouco tempo para ficar com os filhos, por causa do trabalho, os pais tendem a se sentir culpados na hora de dizer não e de castigar. Por esse motivo, acabam falhando em estabelecer limites. É preciso saber que em muitos casos se deve frustar o desejo das crianças – mas com carinho e respeito. Lembre-se que a criança lê a falha do pai em dar limites como falta de afeto.
Se é permitido a ela fazer tudo, entenderá que o adulto não se importa e não a ama. Primeiro, explique. Se a criança persistir agindo mal, pode ser o caso de castigar. Mas o castigo deve estar vinculado à coisa feita. Se ela riscou a parede, o castigo será limpar a parede. Assim ela aprende que fazer certas coisas tem um preço. O castigo não deve ser arbitrário, como deixar sem ver TV porque riscou a parede.
8 - Elogie o bom comportamento
Quando a criança fizer algo de bom, não poupe adjetivos. Elogie efusivamente e mostre sua satisfação. As crianças aprendem a repetir os comportamentos que são valorizados pelos pais. Não espere por grandes conquistas, que às vezes são difíceis de alcançar, para elogiar. Valorize as pequenas vitórias do dia a dia. Mesmo que seu filho não tenha obtida um 10, celebre o fato de ele ter melhorado o desempenho em uma disciplina na qual estava mal. Isso serve de estímulo.
9 - Aproveite o tempo juntos
Os pais se ressentem de longas jornadas de trabalho, que impedem um contato prolongado com seus filhos. Mas esteja atento ao fato de que passar o dia inteiro com a criança não é melhor do que passar pouco tempo, mas de forma correta. O que você deve fazer é dedicar, todos os dias, uma hora para ela – e apenas para ela. Desligue o celular, dê toda a sua atenção e faça algo em parceria: veja um filme abraçado, monte um quebra-cabeças, conte um história. Isso mostra que você valoriza seu filho. Ele precisa sentir esse carinho todos os dias. Depois disso, a criança vai se sentir gratificada e deixará tempo para você resolver outras questões.
10 - Seja presente na escola
Procure levar e buscar seu filho na escola, pelo menos algumas vezes por semana, converse com os professores e compareça às reuniões. Olhe sempre os cadernos das crianças e pergunte sobre as aulas. Se você não der atenção à vida escolar dela, a mensagem que você passa é de que isso não é importante.
11 - Dê tarefas domésticas
A partir do momento em que seu filho aprende a caminhar, pode começar a assumir algumas pequenas tarefas, como guardar os brinquedos. Com o tempo, pode ir colaborando de outras formas, como arrumar a mesa das refeições ou ajudar com a louça. Além de educar, essa participação nos afazeres domésticos deixam a criança feliz, porque ela se sente participante.
12 - Favoreça a formação cultural
Desde cedo, leve a criança a teatros, cinemas, livrarias, museus e galerias de arte. Isso vai fazê-la refletir e vai deixá-la familiarizada com a riqueza do mundo das artes.

ITAMAR MELO.
O X da Educação - Jornal Zero Hora 18/06/2010

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Sem pressa de alfabetizar - Pais e escola devem respeitar o ritmo das crianças durante o processo de aprendizagem.


De olho em um livro com letras fixadas por uma espiral, Lucca, Rafael e Paula escolhem os sinais gráficos que representam seus nomes. Eles pensam, folheiam as páginas e gastam segundos para formar uma palavra completa. Depois, estimulados pelas pedagogas da escola de Educação Infantil, participam de um jogo da forca, olham imagens e escrevem o nome de cada um dos bichos. As atividades fazem parte de exercícios de alfabetização, mas o curioso é que, aos cinco anos, eles já sabem muito e recém começaram o ano na pré-escola.
Desde a mudança curricular, que aumentou o número de anos (de oito para nove) do Ensino Fundamental e antecipou para os seis anos a entrada na 1ª série, histórias semelhantes são cada vez mais comuns nas salas de aulas dos pequenos. Mas será que vale a pena ensiná-los a ler e escrever antes do ingresso no Ensino Fundamental?
Na verdade, não há comprovação científica de que a alfabetização precoce deixe a criança mais inteligente que os colegas. O que pode existir é um interesse maior delas pelo mundo das letras quando têm contato desde cedo com recursos ligados às diferentes formas de expressão.
– Os pais das crianças de zero a seis anos associam escola à alfabetização. Acham que elas vão à escola apenas para ler e escrever, por isso é colocado um peso grande na leitura e escrita com palavras. Isso é um equívoco – diz o pedagogo Gabriel de Andrade Junqueira Filho, doutor em Educação e professor da Faculdade de Educação da UFRGS.
Para ele, alfabetizar é um processo que começa desde o nascimento do bebê e se dá a partir da interação com múltiplas e diferentes linguagens, como, por exemplo, brincar, cantar, desenhar, ouvir e criar histórias. Por meio delas, a criança vai descobrindo o mundo, inclusive o das palavras, interessando-se por elas e compreendendo a importância de se alfabetizar.
Para evitar fazer do processo de aprendizagem uma lição desagradável, é preciso atenção e sensibilidade dos pais e da escola, pois cada criança tem uma relação específica com a escrita, que precisa ser conhecida, explorada e encaminhada. Portanto, senhores pais, nada de pressa e atropelos com as crianças! É preciso calma e saber sempre que os pequenos, assim como os adultos, organizam e investem suas energias sempre que algo lhes faz sentido. Com o aprendizado da leitura e da escrita isso funciona da mesma forma.
Passo a passo:Por mais que os pais queiram incentivar os filhos em idade escolar a escrever, cada criança tem um tempo, que depende das etapas do desenvolvimento motor e psicológico e do convencimento de cada um sobre o sentido desse aprendizado. Assim, eles se mostrarão preparados quando tiverem interesse e curiosidade pelo alfabeto, por histórias e por tudo aquilo que se representa de forma escrita. Para chegar nesta fase, os pequenos precisam e podem ser estimulados desde o berçário.
Questão de hábito: Ler, escrever recados, folhear livros e contar histórias para os filhos são os primeiros exemplos e incentivos que pais e mães podem dar às crianças se quiserem vê-las interessadas em conhecer o mundo das letras. Durante o processo de aprendizagem, os pequenos costumam imitar os atos dos pais. Portanto, se a família tem o costume de estudar, ler e escrever, provavelmente os filhos desejarão imitá-la.

Professora Susane Moreira do Nascimento.
1º ano – Horto – 2011.
Este artigo é do jornal Zero Hora – 16 de março de 2009 – nº 15909

Alfabetização- O nome como referência de trabalho.


Para se obter o resultado esperado, o trabalho com a escrita deve apresentar situações identificáveis para a criança e que representem algo, como no caso dos rótulos, ou alguém importante na sua vida.
Por esse motivo, encaminha-se também o trabalho pelo marco identificatório que é o próprio nome da criança.
Com função de identificação, a palavra merece ser analisada por se configurar como texto.
Ressalto ainda a importância de se efetivar este trabalho com outros nomes:
da escola,
dos pais,
da cidade,
do estado,
do país,
de revistas
e jornais, envolvendo-os em reflexões, auxiliando os alunos a fazerem relações básicas a respeito da língua escrita.

Oração da Criança.


Obrigado Senhor pela minha vida, pela minha saúde, pela minha família e por todos os meus amiguinhos.
Senhor Jesus ensina-me a ser uma criança cheia de fé e de amor, ensina-me a crescer nos teus caminhos, concede Senhor a meus pais sabedoria, paz, trabalho e saúde.
Ajuda-me Senhor a ser uma criança obediente a todos aqueles que devo respeitar inclusive aos meus pais e as pessoas mais velhas.
Obrigado Senhor, por todos os meus brinquedinhos sejam eles pequenos ou grandes, pelo alimento de cada dia, pela minha família, pela nossa saúde e pela nossa proteção.
Abençoa também meus professores e todos os meus amiguinhos da escola, com sabedoria, fé e amor.
Dá-me Senhor a benção de ser uma criança feliz e realizada.
Amém.

Dicas Preciosas...


Elogie, elogie e elogie.
Mostre que você está torcendo por ela.
Vibre com suas conquistas e interesses.
Preste atenção ao que ela gosta e comente com entusiasmo.
Não insista nas atividades se a criança demonstrar cansaço ou desinteresse.
Espere chegar o momento em que você e a criança estejam disponíveis e tranqüilos.
A atividade é para construir, se divertir e marcar momentos agradáveis.
Quando a criança trocar letras, auxilie-a dizendo a letra correta. Evite dizer que está errado e sim procure entender onde está acontecendo o engano.
Os erros são esperados, repita a letra correta e, caso persista a troca mostre a escrita da letra correta, figuras iniciadas por essa letra, o som da letra...
Os pequenos por vezes demoram um tempo para aprender, isso é explicado pelas conexões cerebrais que levam algum tempo para se formar, uma vez completas, a criança adquiriu o conhecimento e não repetirá os erros que costumava fazer... É hora de comemorar para fortalecer a auto-estima.
Não exija de sua criança na frente de outras pessoas. Isso a deixará ansiosa e diminuirá seu interesse.
Brinque com a criança cantando, dançando, pulando e colorindo. Revise as canções e letrinhas já sistematizadas antes de dormir.
Pesquisas médicas afirmam que o cantar acalma, afinado ou não, sozinhos ou em grupo, todos se beneficiam do cantar.
Facilita a aprendizagem, seguir esta ordem:letras maiúsculas;
letras minúsculas;
reforçar o som de cada letra;
sílabas simples;
sílabas complexas.

Fonte: Bebelê.

Como estabelecer LIMITES???


Estabelecer limites não precisa ser tão complicado como muitos imaginam. É claro que não existem receitas únicas, padronizadas, pois as características familiares e individuais (tanto dos pais como dos filhos) são importantes para definir as escolhas e decisões a serem tomadas. Mas algumas orientações básicas são úteis para a maioria dos pais.
Alguns aspectos que precisam estar claros ao estabelecer limites:
a) Reconhecer que dificuldades não são por culpa dos filhos (contestar os limites é uma atitude normal em crianças e adolescentes).
b) Ter muita paciência, persistência e dedicação. É preciso ser mais persistente que a criança.
c) Ter afeto e amor incondicional, mesmo nas horas mais difíceis.
d) Reconhecer que educar é um processo longo, repetitivo e cujos resultados não são imediatos.
e) Reconhecer as próprias limitações (os erros, o fato de algumas vezes estar cansado e que é normal perder a calma em algumas situações).
f) Combater o sentimento de culpa por não atender a todos os desejos dos filhos.
E algumas regras básicas são as seguintes:
1) Agir de acordo com a idade da criança: é preciso conhecer a sua fase do desenvolvimento e sua capacidade cognitiva para transmitir informações, regras e limites. É necessário reconhecer a capacidade do filho em entender as regras e as conseqüências do não cumprimento das mesmas e ter expectativas coerentes e de acordo com a idade e características individuais da criança. Não exigir nem demais nem de menos.
2) Iniciar o mais cedo possível, antes de um ano de idade, quando a criança começa a perceber o significado de certas palavras, inclusive o “não”.
3) Manter a coerência entre os pais e demais familiares. A dificuldade é grande quando pai corrige e a mãe perdoa (ou vice-versa). Um não pode desautorizar o outro. E os demais familiares (como tios ou avós) não devem interferir nas decisões e atitudes dos pais. Os pais saberão que estão agindo certos quando os filhos disserem: “isto não é justo, vocês dois estão contra mim!”.
4) Dar o exemplo é a melhor forma de educar (melhor do que dar conselhos). Nas pequenas atitudes do dia a dia, como em filas, ao manifestar respeito às demais pessoas, ao exercer comportamento ético e honesto é possível mostrar às crianças quais comportamentos são corretos e quais são inadequados ou inaceitáveis.
5) As regras devem ser claras, definidas e estáveis. Estabelecer de forma clara o que pode e o que não pode. Não dá para ficar mudando as regras com freqüência, pois isto confunde a criança em seu aprendizado. Não é possível mudar de atitude como quem muda de roupa. E as regras devem ser estabelecidas pensando na adequada educação da criança e não apenas no benefício dos pais.
6) É preciso ser persistente (mais do que as crianças). Se a criança insistir mil vezes em fazer algo errado, é preciso corrigi-la mil e uma vezes.
7) Cumprir o que foi dito. Se houve a ameaça de que o filho ficaria sem assistir TV se não fizesse os temas, é preciso cumprir a penalidade se a criança realmente não fez os temas. Sem voltar atrás ou “perdoar, ficar com peninha”. Os pais precisam ser claros, firmes, determinados, confiantes e tranqüilos. Não dá para ficar com pena porque a criança chorou ou ficou triste se você estiver confiante de que tomou a atitude correta.
8) Criticar o ato cometido em si e não o indivíduo ou sua personalidade. Deve-se reclamar que o quarto está bagunçado, mas não é necessário dizer que o filho é relaxado ou bagunceiro. Quando ele briga não dizer que é mau, se não estuda que é preguiçoso. Deve-se ressaltar o comportamento em si e não utilizar rótulos. Criticar e corrigir o gesto ou atitude, não a criança. Frases do tipo “você é” (egoísta, impossível, não tem jeito) qualificam a criança e não a sua atitude. E ela com certeza não merecem estes “carimbos ou rótulos”.
9) E também, muito importante, lembrar que elogiar os bons comportamentos é fundamental, pois geralmente o mais comum é reclamarmos quando os filhos fazem coisas erradas. Lembrar que premiar não é dar coisas materiais, mas sim elogiar e demonstrar afeto. Não economizar elogios (um elogio vale muito mais que várias críticas). Os "prêmios" são imprescindíveis na socialização da criança, principalmente o sorriso de aprovação, o elogio verbal, o gesto afetuoso de um adulto querido. No entanto, a criança deverá se comportar de determinada forma, conscientemente, por opção e não para conquistar determinado prêmio.

Fonte: http://montardo-ap.blogspot.com

Os significados de estabelecer LIMITES:


Quando os adultos estabelecem regras e limites estão transmitindo às crianças alguns significados importantes, entre eles:
1) Ensinar que todos os indivíduos têm direitos e deveres.
2) Facilitar a compreensão de que os direitos de um acabam onde começam os direitos do outro. Quem não respeita esta regra geralmente são pessoas desagradáveis, inconvenientes, desajustadas, que não sabem se comportar em situações como em filas ou no trânsito.
3) Deixar claro que muitas vezes é necessário dizer e ouvir um “não” e que vamos ouvir esta palavra muitas vezes em nossas vidas (na escola, no trabalho, etc.).
4) Que podemos fazer muitas coisas, mas não todas.
5) Que é necessário tolerar a aprender a conviver com pequenas frustrações, pois elas fazem parte de nossas vidas.
6) Ensinar que muitas vezes é necessário adiar uma satisfação e que temos de esperar os momentos mais adequados para determinadas atividades, evitando o imediatismo.
7) Perceber a diferença entre necessidade e desejo (o calçado é necessário, o tênis que custa mais que salário mínimo é desejo).
8) Aprender a conviver com as diferenças sócio-econômicas típicas de nossa sociedade e que isto se reflete em diversos aspectos de nossas vidas, como padrões de consumo, por exemplo.

Os limites ensinam a criança a ter comportamentos adequados, a se proteger contra situações de risco e a respeitar os demais.
Colocar limites é, portanto, um investimento. Sem eles estaremos criando filhos difíceis, alunos problemáticos e adultos desajustados socialmente.
As crianças precisam de limites, embora sistematicamente os contestem, o que é absolutamente normal e esperado.


Fonte: http://montardo-ap.blogspot.com
Jorge Montardo
Médico Pediatra /Mestre em Educação.

A importância dos LIMITES:


Crianças precisam de controle, mesmo que não concordem com isto.
A criança, quando começa a movimentar-se sozinha, precisa de liberdade para explorar o ambiente ao seu redor, como abrir gavetas e tirar todo o seu conteúdo para fora, mas não para colocar os dedos em uma tomada elétrica ou tocar em um fogão quente.
Quando começa a caminhar e a correr é importante que os espaços lhe sejam franqueados para brincar ao ar livre, mas não pode atravessar uma rua sozinha. A liberdade é vinculada a limites e não há como separá-los.
E a criança precisa aprender o conceito de que nem sempre se pode fazer tudo o que se deseja. A criança precisa de liberdade, mas também necessita e busca em seus pais a resposta para a pergunta: até onde posso ir?
Ao testar os pais, a criança está emitindo uma mensagem muito clara: está dizendo que precisa de ajuda para descobrir o que pode e o que não pode fazer e a atitude dos pais será de extrema importância neste aprendizado.
Impedir a independência progressiva da criança, tolhendo-lhe a liberdade, é impedir que ela se transforme numa pessoa consciente, autonoma e com personalidade.
Mas é preciso reconhecer que a disciplina é uma pré-condição para a vida, inclusive para as atividades de lazer (imagine-se um jogo de futebol praticado por prazer nos finais de semana sem nenhuma regra, seria na verdade uma grande e desagradável confusão).
Pode não ser fácil, mas é indispensável encontrar o ponto de equilíbrio entre o limite e a liberdade para que os pais possam contribuir na formação de seus filhos. Inclusive, a ausência de regras e limites será interpretada pelos filhos como falta de atenção, descuido e abandono.
Pode até ser difícil estabelecer limites, pois exigem paciência, persistência, afeto e dedicação.
Mas não é possível educar filhos sem eles.


Fonte: http://montardo-ap.blogspot.com
Jorge Montardo
Médico Pediatra /Mestre em Educação

domingo, 8 de maio de 2011

A Professora e a Mãe...


São duas almas gêmeas
Que existem para amar
Uma nos dá a vida
A outra para educar
São vocações distintas
Em sacrificar suas vidas
Formando as criancinhas
Para a Pátria querida

Educar é tão difícil
Que fico a pensar
Com jeitinho carinhoso
Só as duas podem dar

Educar é um verbo
Difícil de conjugar
Se bem apreciado
Transforma no verbo amar

Estes versinhos singelos
Que desejaria transmitir
As duas mães maravilhosas
Que aprendi a AMAR.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

MÃE você é ESPECIAL!!!

Projeto Dia das Mães -

Mãe...
Você que me deu o bem mais precioso: "a vida".
Esperou-me com tanto carinho.
Ensinou-me os primeiros passos.
As primeiras palavras.
Sua voz doce, cantando cantigas de ninar, me fazendo dormir e sonhar.
Um sonho sereno, tranquilo, sabendo que você estaria ali a me proteger.
Você lutou, sorriu, chorou.
Com você aprendi a ser "gente".
Que respeita "gente".
Aprendi a ter fé, aprendi a aceitar as pessoas.
Aprendi que o amor tem que ser incondicional.
Minhas melhores lembranças são as que você cria todos os dias...
No amor que sinto em tudo o que você faz.
Que DEUS a proteja sempre, ilumine, de forças para continuar sua batalha.
E que eu possa sempre sentir e ter esse amor maior em todos os momentos de minha vida.
FELIZ DIA DAS MÃES!!!
Receba nosso imenso carinho,
1ºano - Horto - 2011.




MÃE em vários Idiomas -


Fonte: Professor Joel Dimas.

HORTO, Jovem há 103 anos!!!


Há um elo infinito unindo as pontas do tempo, representado pela esperança de Paz, porque a Escola do Horto irradia Paz em seus Projetos, promove o saber e a esperança em suas ações e vivencia os valores perenes na formação do ser.
Que a semente Gianellina continue a frutificar nos corações e nas mentes, para que o exemplo da caridade no ‘fazer-se tudo para todos’ seja o deslumbramento da vida na afirmação da fé e da justiça.
HORTO DO SEMPRE, TEMPLO DE PAZ E DE LUZ NA VIDA PEDRITENSE!
Visite e conheça o site da Escola:
www.hortodompedrito.com.br

Fonte: site da escola.

03 de maio - Aniversário da Escola.


HORTO, mais de um século de PAZ e BÊNÇÃOS!!!
A Escola de Ensino Médio Nossa Senhora do Horto, fundada em 03 de maio de 1908, celebra 103 anos de Educação e Fé, com um trabalho significativo na comunidade, mantendo vivos os ensinamentos do seu fundador Santo Antônio Maria Gianelli e a devoção a Nossa Senhora do Horto.
Como Escola Católica e presença Viva e Forte das Irmãs do Horto, a Escola assume um compromisso com a Educação Evangélico-Libertadora fundamentada no projeto de Jesus Cristo e segundo a linha Pedagógica de Santo Antônio Gianelli, vivenciada no dia-a-dia no desenvolvimento de valores.
Nossa metodologia tem como centro do processo educativo a pessoa humana, voltada para a conscientização e o desenvolvimento de um homem livre e responsável, resgatando os valores da cidadania. Busca educar com e para a justiça, o serviço e a autonomia, desenvolvendo o Projeto "Educação para a Paz e Cidadania".
HORTO DE ONTEM - 1908
HORTO DE HOJE - 2011

Há um elo infinito unindo as pontas do tempo, representado pela esperança de Paz, porque a Escola do Horto irradia Paz em seus Projetos, promove o saber e a esperança em suas ações e vivencia os valores perenes na formação do ser.
Que a semente Gianellina continue a frutificar nos corações e nas mentes, para que o exemplo da caridade no ‘fazer-se tudo para todos’ seja o deslumbramento da vida na afirmação da fé e da justiça.

HORTO DO SEMPRE, TEMPLO DE PAZ E DE LUZ NA VIDA PEDRITENSE!
PARABÉNS HORTO!!!
JOVEM HÁ 103 ANOS!!!

Fonte: site da escola.

Projeto: Páscoa Partilha entre Irmãos.

“Somos semeadores conscientes, espalhamos diariamente sementes ao nosso redor. Que possamos escolher sempre as melhores, para que ao recebermos a dádiva da colheita farta tenhamos apenas motivos para agradecer!”
Foi partindo dessa ideia que a turma do 1ºano da Escola de Ensino Médio Nossa Senhora do Horto, desenvolveu o projeto: PÁSCOA, PARTILHA ENTRE IRMÃOS, juntamente com a coordenadora do projeto, a professora Susane Moreira do Nascimento. O projeto escolar teve como principal objetivo a conscientização do verdadeiro e único sentido da Páscoa, onde as crianças foram estimuladas a pensar, criar e construir. Segundo a professora Susane, alicerçados nos princípios Gianellinos, onde “Fora o Impossível é preciso fazer tudo” a turma sentiu-se feliz em ajudar ao próximo, pôde-se plantar uma pequena sementinha nos corações dos nossos pequenos. Cada criança convidou sua família e colaborou doando algo para a confecção de uma cesta solidária que foi entregue aos pacientes do SUS internados na Santa Casa. As atividades realizadas durante o projeto trouxeram temas importantes e questionadores, onde procuramos despertar nas crianças a solidariedade e o amor ao próximo, oportunizando a ação educativa e social que venha beneficiar a comunidade e ainda incentivar a criatividade dos alunos e sensibilizá-los através de boas ações.


Desejamos que a Páscoa seja puro sabor de chocolate e a Paz esteja em nossos lares.
Que a Ressurreição de Cristo encha os corações com Amor e União.
Com os votos de uma Feliz e Abençoada Páscoa.
Com carinho, Tia Susane e Tia Karen.
1ºano - Horto - 2011.

Lenda da Páscoa.


Perto da casa do Menino Jesus havia uma palmeira, nela um passarinho fizera seu ninho e pusera 3 (três) ovinhos. Todos os dias o menino Jesus, sentado na soleira da porta, olhava feliz a avezinha.
Uma bela manhã, Jesus acordou ouvindo o passarinho piar aflito. Que seria?
Aproveitando um descuido do passarinho, a raposa viera e levara os ovinhos. O Menino Jesus ficou triste e começou a chorar. Nisto passou um gato, viu Jesus chorando e perguntou:
- Por que choras Jesus?
- Tiraram os ovos do passarinho!
- Miau, miau, nada posso fazer ! E lá se foi...
Abanando a cauda, chegou um cachorrinho au...au...au...
- Por que choras, Jesus?
- Levaram os ovinhos do pobre passarinho!
- Au, Au, que pena - e foi embora...
Então, aos pulinhos, com as orelhas muito compridas, apareceu o coelhinho. Parou e perguntou:
- Por que choras, meu Jesus?
- Levaram os ovinhos do pobre passarinho!
O coelhinho abaixou uma orelha e disse:
- Não chores mais, vou procurar os ovinhos!
E pulando desapareceu. Foi logo bater na casa da raposa que apareceu furiosa:
- Que queres? Os ovos? Meus filhos já comeram e bateu a porta.
O coelhinho abaixou as orelhas muito triste. Nisto teve uma idéia. Visitou 3 passarinhos seus amigos e pediu a cada um, um ovinho para o menino Jesus não chorar mais.
Muito contente, arrumou os ovos num cestinho e levou-os ao Menino Jesus , que logo enxugou as lágrimas e exclamou:
- Só tu, coelhinho, tiveste pena de mim e do passarinho!
Pois de agora em diante como recompensa, levarás lindos ovinhos às criancinhas boas e bem comportadas e farás isso todos os anos quando chegar a Páscoa.
E foi assim, que o coelhinho ficou encarregado de distribuir ovos às crianças de todo mundo.

Com amor, Tia Sú.

O significado da Páscoa...

A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados.
É o dia santo mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.
Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica.
É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade.
Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach.
Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.
Nossos amigos de Kidlink nos contaram como se escreve "Feliz Páscoa" em diferentes idiomas.
Assim:

A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade!

Fonte: KIDCAFÉ-ESCOLA

Campanha da Fraternidade 2011 reflete sobre vida no planeta.

Conversão, fé, mudança de vida e um planeta no qual vigore o desenvolvimento sustentável e a vida é respeitada como dom em todas as suas manifestações. Todos esses temas estão interligados e é para mostrar estes vínculos estreitos que se dedica a Campanha da Fraternidade (CF) deste ano.
O tema da CF 2011 é "Fraternidade e a Vida no Planeta", com o lema "A criação geme em dores de parto" (Rm 8, 22).
Desde 1964, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) propõe anualmente algum tema de relevância para auxiliar a caminhada dos católicos durante os quarenta dias que separam a Quarta-feira de Cinzas da Páscoa – denominado "Quaresma" no calendário litúrgico.

O cartaz possui dois planos. Ao fundo observa-se uma fábrica que solta fumaça, poluindo e degradando o ambiente, deixando o céu plúmbeo, intoxicado e acinzentado.
A figura do rio com a água escurecida e suja representa também a parte natural sendo devastada, influenciando no aparecimento das enchentes e no aumento do nível do mar, ações estas provocadas pelo ato errado do homem.
Em contraste a isso, vemos em primeiro plano uma mureta, onde em meio à devastação ainda existe vida. Nela, um pequeno broto e um cipreste (hera), com suas raízes incrustadas, criando um microecossistema, ainda insistem em viver mesmo diante de um cenário áspero. Sendo, portanto, referência ao lema: "A criação geme em dores de parto" (Rm 8,22).
Apesar de todo o sofrimento que a criação enfrenta ao longo dos tempos, de todos os seus 'gritos de dor' - a vida rompe barreiras e nos mostra que ainda existe esperança, representada pela borboleta, que mesmo com uma vida curta, cumpre o seu importante papel no ciclo natural do planeta.

GIANELLI, nosso fundador!!!


Cronograma da atividades semanais:


Segunda - Entrada:12h55min.Saída:16h55min.
Troca de Lugares.
Formação dos grupos de trabalho.
Terça - Entrada:12h55min.Saída:16h55min.
Educação Física.
Filmes, jogos, histórias, laboratórios...
Quarta - Entrada:12h55min.Saída:16h45min.
Ensino Religioso.
Visita na Capela.
Encontro com a Irmã Loreto.
Quinta - Entrada:12h55min.Saída:16h55min.
Inglês.
Sexta - Entrada:12h55min.Saída:16h55min.
Compras no Bar. (opcional)
Tarde do Brinquedo. (opcional).
Momento de Recreação na Pracinha.

Passeios serão agendados e previstos com antecedência.
Solicito tua preciosa ajuda no cumprimento desse cronograma, respeitando os dias determinados para cada atividade.
Atenciosamente, Tia Sú.

Momentos da nossa 1ªsemana...

Tarde de Histórias e Brincadeiras...




Descobrindo minha Escola...



Hortofolia - Carnaval e Alegria!!!


Esta é a galerinha que fará o 1ºano acontecer...

Nossa salinha!!!





Momentos Reunião de Mães...





Atividades Escolares Iniciais – 1ºano/2011:


28/02: Reunião e entrega de materiais apenas com pais e/ou responsáveis dos alunos do 1ºano. Horário: 14h.
1º/03: Recepção aos alunos do 1ºano às 13h. Saída: 15h.
02 e 03/03: Adaptação dos alunos do 1ºano. Horário Especial: 13h às 16h.
04/03: Hortofolia - Carnaval e Alegria!!!Horário: 12h 55min às 16h.

Atenciosamente,
Professora Susane Moreira do Nascimento.
1ºano – Horto – 2011.